A Semana da Luta Antimanicomial em Montes Claros foi marcada pelo compromisso ético e social com o cuidado em liberdade, inclusão social e defesa dos direitos humanos de pessoas em sofrimento psíquico, promovendo o combate à exclusão, ao isolamento e aos tratamentos desumanos em hospitais psiquiátricos.
Promovida pela Prefeitura de Montes Claros, através da Secretaria Municipal de Saúde e de sua Coordenação de Saúde Mental, a Semana da Luta Antimanicomial aconteceu no período de 18 a 22 de maio, com o tema “Somos diferentes, somos muitos, mas todos cabem no mundo”, com reflexões e práticas com vistas a valorização da liberdade, a inclusão e o cuidado humanizado. A Luta Antimanicomial representa a defesa dos direitos das pessoas em sofrimento psíquico, fortalecendo um modelo de atenção baseado no acolhimento, na autonomia, no cuidado em liberdade e na construção de vínculos.
A Semana da Luta Antimanicomial em Montes Claros teve a seguinte programação:
Segunda-feira, 18 de maio, Dia Nacional da Luta Antimanicomial, no auditório do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário da Área Mineira da Sudene (Cimams), foi realizada a abertura dos trabalhos com a presença dos variados serviços, autoridades, palestras e mesas-redondas.
Na terça-feira, 19, e na quarta,20, foram realizadas no Centro de Educação Profissional e Tecnológica da Unimontes, e na Secretaria de Saúde, oficinas de educação permanente direcionadas a todos os trabalhadores da RAPS, com vistas ao fomento de atualizações em saúde e ao fortalecimento das redes de proteção em todos os níveis de complexidade.
Para a Assistente Social e apoio técnico da Coordenação Municipal de Saúde Mental da Prefeitura de Montes Claros, Raimara Gonçalves Pereira, a Semana da Luta Antimanicomial representou um momento significativo para a valorização e fortalecimento da saúde mental no município. “Durante o mês de maio, a coordenadoria de saúde mental , juntamente com todos os profissionais que compõem RAPS, promoveu uma série de ações, encontros e oficinas com o objetivo de fortalecer os processos de trabalho no âmbito da rede de saúde mental, juntamente com os usuários, enfatizando a importância do cuidado em liberdade e da construção de uma sociedade mais inclusiva e humana”, disse Raimara, que atua na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para o cuidado em liberdade e luta.
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